Acusado de acordo com PCC, Robinson agora acusa Fátima

No dia 19 de janeiro de 2017, o jornal “O Globo” do Rio de Janeiro estampava a seguinte manchete: “Retirada de presos em Natal foi negociada com facção”. E complementava em manchetinha: “Governo do RN admite ‘conversa’ com PCC” (veja AQUI).
No dia 21 de janeiro do mesmo ano, a revista Época detalha acordo feito pela gestão Robinson Faria com bandidos, apesar de ele negar (veja AQUI).
O Blog Carlos Santos exuma esses registros sobre rebelião no Presídio de Alcaçuz (Nísia Floresta) no início do ano passado, num momento em que de novo se associa a política com o submundo no Rio Grande do Norte.
Vidraça àquela ocasião, agora o governador Robinson Faria (PSD) sai dessa condição para ser estilingue. Acusa a senadora e adversária ao governo, Fátima Bezerra (PT), de ter apoio da marginália (veja AQUI).
“Segundo um integrante do alto escalão do governo, a negociação aconteceu na sede da polícia, no bairro Cidade Esperança, com José Claudio Cândido do Prado, o Doni Gil, um dos chefões da facção paulista no Rio Grande do Norte. O acordo foi registrado em ata”, disse a Época.
“Na segunda-feira (16 de janeiro de 2017), ele havia sido retirado do presídio com outros quatro do PCC para presídios federais. Foi Doni quem determinou os termos da rendição. Em troca de devolver a calmaria à cadeia, exigiu que o governo transferisse dali somente membros doSindicato do RN (SDC) – no mundo do crime, mudar de “casa” é como ter a prisão decretada pela segunda vez. Sheila Freitas (atual secretária da Segurança) consentiu, e o pacto foi selado”, garantiu.
O governador negou qualquer acordo (veja AQUI).

Carlos Santos
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