Morreu Bebianno: Que foi de aliado a desafeto da família Bolsonaro


O advogado e empresário Gustavo Bebianno, que morreu neste sábado, 14, aos 56 anos em Teresópolis, passou em pouco tempo de um ilustre desconhecido no mundo político brasileiro para pivô da primeira grande crise do governo de Jair Bolsonaro

O ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência, foi demitido do governo em fevereiro em 2019, após vazamentos de áudios em meio ao escândalo de candidaturas laranja no PSL, sigla que presidiu.

A queda foi marcada por uma briga com o “zero dois”, o vereador Carlos Bolsonaro. Depois da saída do governo, Bebianno não voltou para o anonimato politico: passou a ser um dos principais críticos do governo, se filiou ao PSDB e era pré-candidato dos tucanos à Prefeitura do Rio de Janeiro.

O ex-ministro Gustavo Bebianno morreu na manhã deste sábado (14), em Teresópolis, no Rio de Janeiro. Segundo o Jornal O Globo, Bebianno teve um infarto fulminante aos 56 anos. 

Ele estava em seu sítio na cidade, ao lado do caseiro e do filho quando avisou ao filho que estava passando mal por volta de 4h30 da manhã. Pouco depois, ele caiu e sofreu ferimentos na cabeça. 

Bebianno chegou a ser encaminhado a um hospital, mas morreu na unidade. 


Presidente do PSL

Em 2018, Bebianno foi presidente nacional do PSL coordenador da campanha de Jair Bolsonaro à Presidência. Depois de integrar o governo, ele foi demitido em fevereiro de 2019.
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