PGR vai apurar se Abin ajudou defesa de F. Bolsonaro no caso de rachadinhas




A PGR (Procuradoria-Geral da República) vai apurar se a Abin (Agência Brasileira de Inteligência) ajudou a defesa do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), no caso das 'rachadinhas'. 


A Abin produziu pelo menos dois relatórios para ajudar os advogados de Flávio Bolsonaro a defender o senador nas investigações de suposto esquema de 'rachadinhas' na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) quando ele era deputado estadual, segundo a revista "Época". 


Ex-assessor de Flávio, Fabrício Queiroz é apontado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro como o operador de um esquema de devolução de parte do salário dos funcionários dos funcionários do gabinete do então deputado estadual.




As novas informações sobre a suposta ajuda da Abin foram incluídas em uma apuração já em andamento, informou a PGR. O caso corre sob sigilo, portanto, a PGR afirma não haver informação disponível sobre a fase da apuração. 


O MP do Rio denunciou Flávio, Queiroz e outros 15 ex-assessores do atual senador sob acusação de lavagem de dinheiro, peculato e organização criminosa. Flávio nega qualquer irregularidade de 'rachadinhas', mas sua defesa confirmou a autenticidade dos relatórios da Abin.
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