Dez anos após assassinato da juíza Patrícia Acioli, dois policiais seguem na PM.

Dez anos após a morte da juíza Patrícia Acioli, dois oficiais condenados pelo assassinato da magistrada continuam integrando os quadros da Polícia Militar e recebem salários dos cofres públicos.



Ela foi executada por um grupo de policiais com 21 tiros, em Piratininga, Niterói, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. As informações são do portal IG.



Para lembrar a data, a ONG (Organização Não Governamental) Rio de Paz colocou 21 rosas em um monumento que foi construído no calçadão da Praia de Icaraí em homenagem à juíza nesta quarta-feira (11).



Ao todo, 11 policiais foram condenados pelo crime e todos os praças que participaram do assassinato foram expulsos da corporação.



Porém, de acordo com o RJTV, o tenente-coronel Cláudio Luiz Silva de Oliveira e o tenente Daniel Santos Benitez Lopes ainda não tiveram os processos de expulsão concluídos. Oliveira, segundo o portal G1, recebe salário mensal de R$ 40 mil, enquanto Lopes ganha R$ 10 mil.


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